A comunidade científica brasileira comemorou a ascensão do Brasil como Membro Associado da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (CERN). Foram aproximadamente 12 anos de espera para que a participação do país como membro fosse concretizada.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações do Governo Jair Bolsonaro iniciou as tratativas em 2019, e o acordo foi assinado em Meyrin, na fronteira Franco-Suiça, no dia 3 de março de 2022. A organização é reconhecida pela pesquisa em física de altas energias e é considerada um dos maiores e mais avançados centros científicos do mundo.
O CERN conta com 23 estados membros plenos, 9 países associados e 3 países com status de observadores, contando com a participação de milhares de cientistas de mais de uma centena de nacionalidades.
A parceria poderá, ainda, beneficiar o Sirius, acelerador de partículas brasileiros que fica no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM/MCTI), unidade de pesquisa vinculada ao ministério. O Sirius é a maior infraestrutura científica já construída no Brasil, incluindo acelerador de partículas de tecnologia nacional.
É extremamente importante nossa participação por diversos aspectos. O primeiro aspecto é o científico, a possiblidade de intercâmbio de pesquisadores, a possibilidade dos nossos pesquisadores brasileiros poderem utilizar as instalações de pesquisa do CERN, trabalhar com cientistas de praticamente todo o mundo e muitos outros pontos importantes que vai apoiar o desenvolvimento de tecnologias avançadas em diversos setores e geração de empregos.
Detalhes: https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2022/03/mcti-assina-acordo-de-acessao-do-brasil-como-membro-na-organizacao-europeia-para-a-pesquisa-nuclear-cern
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações do Governo Jair Bolsonaro iniciou as tratativas em 2019, e o acordo foi assinado em Meyrin, na fronteira Franco-Suiça, no dia 3 de março de 2022. A organização é reconhecida pela pesquisa em física de altas energias e é considerada um dos maiores e mais avançados centros científicos do mundo.
O CERN conta com 23 estados membros plenos, 9 países associados e 3 países com status de observadores, contando com a participação de milhares de cientistas de mais de uma centena de nacionalidades.
A parceria poderá, ainda, beneficiar o Sirius, acelerador de partículas brasileiros que fica no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM/MCTI), unidade de pesquisa vinculada ao ministério. O Sirius é a maior infraestrutura científica já construída no Brasil, incluindo acelerador de partículas de tecnologia nacional.
É extremamente importante nossa participação por diversos aspectos. O primeiro aspecto é o científico, a possiblidade de intercâmbio de pesquisadores, a possibilidade dos nossos pesquisadores brasileiros poderem utilizar as instalações de pesquisa do CERN, trabalhar com cientistas de praticamente todo o mundo e muitos outros pontos importantes que vai apoiar o desenvolvimento de tecnologias avançadas em diversos setores e geração de empregos.
Detalhes: https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2022/03/mcti-assina-acordo-de-acessao-do-brasil-como-membro-na-organizacao-europeia-para-a-pesquisa-nuclear-cern