Em mais uma ação para impulsionar a ampliação da malha ferroviária nacional, o Governo Federal assinou, nesta sexta-feira (3/9), o contrato de concessão do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), referente à extensão entre Ilhéus e Caetité. Leiloado em abril, durante a Infra Week, o segmento de 537 km foi concedido à Bamin (Bahia Mineração S/A) por um período de 35 anos.
A Fiol 1 vai receber investimentos privados de R$ 3,3 bilhões, com R$ 1,6 bilhão destinados ao término das obras, que estão 75% concluídas. O Governo Federal avança nos trechos 2 e 3. Quando estiver pronta, a ferrovia será um corredor de escoamento com 1.527 km de trilhos, ligando o futuro porto de Ilhéus, no litoral baiano, ao município de Figueirópolis (TO), ponto em que se conectará com a Ferrovia Norte–Sul e com o restante do país.
A Fiol 1 deve começar a operar em 2025 transportando mais de 18 milhões de toneladas de carga em 16 locomotivas com 1,4 mil vagões em operação. Em dez anos, o volume de carga deve mais que dobrar, superando as 50 milhões de toneladas em 2035.
“Isso significa confiança de que estamos indo na direção certa, na direção que se espera de nós. Que estamos construindo e trazendo esperança para a nossa população. Esse contrato representa esperança para prefeitos e para milhares de trabalhadores, que vão poder levar seu sustento para casa, que vão fugir do fantasma do desemprego, do fantasma da fome”, declarou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.
Governo Federal / Ministério da Infraestrutura / SecomVc
A Fiol 1 vai receber investimentos privados de R$ 3,3 bilhões, com R$ 1,6 bilhão destinados ao término das obras, que estão 75% concluídas. O Governo Federal avança nos trechos 2 e 3. Quando estiver pronta, a ferrovia será um corredor de escoamento com 1.527 km de trilhos, ligando o futuro porto de Ilhéus, no litoral baiano, ao município de Figueirópolis (TO), ponto em que se conectará com a Ferrovia Norte–Sul e com o restante do país.
A Fiol 1 deve começar a operar em 2025 transportando mais de 18 milhões de toneladas de carga em 16 locomotivas com 1,4 mil vagões em operação. Em dez anos, o volume de carga deve mais que dobrar, superando as 50 milhões de toneladas em 2035.
“Isso significa confiança de que estamos indo na direção certa, na direção que se espera de nós. Que estamos construindo e trazendo esperança para a nossa população. Esse contrato representa esperança para prefeitos e para milhares de trabalhadores, que vão poder levar seu sustento para casa, que vão fugir do fantasma do desemprego, do fantasma da fome”, declarou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.
Governo Federal / Ministério da Infraestrutura / SecomVc